TAMBORES DE GUERRA DO VALE DO JAGUARI – RS RELEMBRAM - O LUXO DO LIXO ! ONDE ANDA A NOVA OAB QUE NÃO SE MANIFESTA....E O POVÃO QUE SE LIXE...
CPI DA PETROBRAS...
Um dos traidores de primeira hora, é sem dúvida o "cara de bonzinho", senador Cristovam Buarque, que havia votado a favor da CPI...
Mas "mudou" de idéia, assim meio do nada...
Muita gente esperava mais dele.
EU NÃO...
Como poderia?
Esperar o que de um homem, que quando ministro da Educação, foi demitido por lula, pelo TELEFONE!!!
E depois apoiou a sua reeleição!?
Essa mudança repentina de opinião, pelo que já se sabe, foi graças (vejam só que absurdo...) a uma ligação...
De quem?
Do lula.
Foi só, o apedeuta ligar, que o senadorzinho corre para atender os desejos, daquele que não teve o menor respeito com ele antes.
Viram a qualidade moral das pessoas que compõem este governo?
É covardia demais.
Principalmente para um senador da república...
RESTA SABER QUAL REPÚBLICA....
NA HORA DE VOTAR É BOM RELEMBRAR DESTE SENADOR MARIONETE QUE SÓ PRESTA DESSERVIÇO Á NAÇÃO COM SEU POSICIONAMENTO ACONCHAVADO AO LIXO POLÍTICO DA CORRUPÇÃO !!!
Veja lista dos senadores que mantiveram seus nomes no requerimento da CPI da Petrobras
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da Folha Online
Após um dia de intensa negociações, a oposição venceu a disputa com o governo sobre a criação da Petrobras no Senado. Para a CPI ser criada eram necessárias 27 assinaturas, no mínimo. O requerimento da oposição que criou a CPI na manhã desta sexta-feira tinha 32 nomes. Mas os senadores podiam retirar suas assinaturas até a meia noite.
O governo passou a sexta-feira tentando convencer os senadores a retirarem seus nomes do requerimento para evitar a instalação da CPI. Só dois fizeram isso: Cristovam Buarque (PDT-DF) e Adelmir Santana (DEM-DF).
Veja abaixo a lista final dos senadores que mantiveram seus nomes no pedido de CPI da Petrobras:
Álvaro Dias (PSDB-PR)
Sérgio Guerra (PSDB-PE)
Marco Maciel (DEM-PE)
Lúcia Vânia (PSDB-GO)
Antonio Carlos Junior (DEM-BA)
Agripino Maia (DEM-RN)
Raimundo Colombo (DEM-SC)
Efraim Morais (DEM-RN)
Pedro Simon (PMDB-RS)
Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE)
Cícero Lucena (PSDB-PB)
Demóstenes Torres (DEM-GO)
Jayme Campos (DEM-MT)
Heráclito Fortes (DEM-PI)
Mário Couto (PSDB-PA)
Eduardo Azeredo (PSDB-MG)
Flexa Ribeiro (PSDB-PA)
Kátia Abreu (DEM-TO)
Romeu Tuma (PTB-SP)
Arthur Virgílio (PSDB-AM)
Marconi Perillo (PSDB-GO)
Mão Santa (PMDB-PI)
João Tenório (PSDB-AL)
Gilberto Goellner (DEM-MT)
Marisa Serrano (PSDB-MS)
Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR)
Papaléo Paes (PSDB-AP)
Tasso Jereissati (PSDB-CE)
Geraldo Mesquita Junior (PMDB-AC)
Maria do Carmo Alves (DEM-SE)
AOS QUAIS DEIXAMOS AQUI O REGISTRO DO NOSSO VOTO ESPERANÇOSO DE CONFIANÇA NUMA POLÍTICA MAIS JUSTA E TRANSPARENTE COM AS MAZELAS PÚBLICAS E AS ROUBALHEIRAS DESSA CAFILA INSTALADA NO PODER.
Saiba o que a CPI quer investigar sobre a Petrobras
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da Folha Online
O Senado instalou hoje uma CPI para investigar a Petrobras. O requerimento da oposição pede a investigação de possíveis irregularidades constatadas pela Polícia Federal na empresa.
A CPI também vai apurar denúncias de sonegação fiscal e supostas irregularidades no repasse de royalties a prefeituras.
Em abril, a PF confirmou que abriu um inquérito para apurar supostos desvios no pagamento de royalties de petróleo da Petrobras para prefeituras do Rio. A Petrobras nega.
Segundo artigo publicado na revista "Veja", um dos investigados seria Victor Martins, diretor da ANP (Agência Nacional de Petróleo) e irmão do ministro Franklin Martins (Comunicação).
A "Veja" diz que Victor Martins é sócio de uma empresa que direcionaria pareceres da ANP sobre a concessão de royalties de petróleo. Com isso, a consultoria favoreceria prefeituras que aceitassem contratar a empresa.
À época, o diretor-geral da ANP, Haroldo Lima, defendeu Victor Martins e disse que essa história é "tempestade em copo d'água". "O Victor Martins se caracteriza dentro da ANP como um diretor chato, o cara que fica espezinhando. Ele está longe de ser um diretor liberal, é um diretor muito rigoroso, muito preciosista."
Operação Águas Profundas
Em 2007, a PF deflagrou a Operação Águas Profundas para investigar supostas fraudes nas licitações para reforma de quatro plataformas de exploração de petróleo: P-10, P-14, P-16 e P-22. Os contratos de reformas nas plataformas somam cerca de R$ 200 milhões.
Na ocasião, o Ministério Público Federal denunciou 26 pessoas. Entre os presos estavam três funcionários da Petrobras: Carlos Alberto Pereira Feitosa (coordenador da comissão de licitação), Carlos Heleno Netto Barbosa (gerente geral da unidade de serviços e sondagem semi-submersíveis) e Rômulo Miguel de Morais.
De acordo com o procurador da República Carlos Alberto Aguiar, em troca de carros, viagens ao exterior, entre outras formas de propina, os funcionários da Petrobras repassavam informações privilegiadas para a Angraporto, o que permitia a fraude nas licitações favorecendo a Mauá Jurong e a Iesa.
Manobra contábil
Reportagem publicada pelo jornal "O Globo" informou que a Petrobras modificou, no último trimestre do ano passado, a forma de recolher os tributos sobre ganhos sobre variação cambial e que isso não poderia ser feito durante o exercício.
Essa mudança teria gerado um crédito tributário de R$ 4 bilhões para a estatal que foi compensado em outros tributos, como a Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico), cobrada sobre os combustíveis.
O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, negou na ocasião que a empresa tenha usado qualquer tipo de artifício ou manobra contábil para pagar menos imposto. "Essa é uma mudança tributária, não é uma mudança contábil. Portanto é absolutamente mentirosa qualquer insinuação de que haja manipulação, manobra ou artifício contábil", afirmou.
De acordo com Gabrielli, existe uma medida provisória de 2001 que permite que todas as empresas façam a opção sobre a regra de tributação da variação cambial e uma norma do Ministério da Fazenda regulamentando a medida determina que a opção seja feita no meio do ano. "[Fizemos a escolha] no meio do ano passado, absolutamente dentro da lei", explica.
Dilma disse hoje que não vê problema nessa manobra. "É uma questão técnica. Pelo que tudo indica, ela não tem nenhuma ilegalidade. As empresas, geralmente, buscam um regime fiscal que lhes favoreça. Esse regime fiscal que lhes favorece, em geral, implica em menor quantidade de pagamento de imposto."
Segundo ela, todas as empresas poderiam ser alvo de uma CPI se optassem por um regime que lhes favorecesse. "A tomar esse exemplo, tínhamos de abrir investigação todas as empresas brasileiras e suas opções fiscais. Não é o caso."
E AQUELE PRESIDENTE DO PARTIDO PODE TUDO QUE ERA CONTRA A CPI PORQUE ACHAVA QUE ERA UM MAU MOMENTO POLÍTICO PARA O BRASIL, INVESTIGAR A PODEROSA PETROBAS, ONDE SUA PUPILA PREDILETA - A CANDIDATA Á PRESIDENCIA da República - É DIRETORA ADMINISTRATRIVA, AGORA SE POSICIONA A FAVOR POR MOTIVOS PURAMENTE ESTRATÉGICOS –
E A VERGONHA NA CARA VAI PRÁ ONDE GENTE !!!
OU SERÁ QUE ELE PARECE QUE BEBE ?!
Em 2010 é bom relembrar
(favor repassar)
(a) Bel Dr Pqdt E B 9.362 – Ximenes – Coordenador do Movimento Nacional dos Bacharéis em Direito das Cidades do Vale do Jaguari – Marlene Lemos Bel Drª - Niterói - RJ
domingo, 17 de maio de 2009
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