quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

AS MÁS RENINHAS NUM NATAL OBSCURO

TAMBORES DE GUERRA DO VALE DO JAGUARI – RS – DENUNCIA

A Face Oculta da Nova OAB em Goiás – (Ou no Natal tudo vai bem no Vermelho...)

A máfia se instala na OAB de Goiânia e tenta levar junto com as suas Maracutaias o Senador MARCONI PERILLO, para manter as Fraudes do Exame de Ordem - (favor analisarem e repassar para todos matéria que recebemos do MNBD - RS)


Éum absurdo! Prestem atenção na posição do relator do projeto186/2006! é de chorar!! Depois avaliem as pessoas que estiveram na reunião com ele, no segundo art.

Enviem emails ao relator cara de pau! Pergunte se ele sabe das fraudes do exame de ordem de seu estado em que o amado presidente da OAB-GO esta envolvido!!!!










A noticia abaixo esta na pagina da OAB-GO:

E quem achou que seria diferente???
Senador Marconi Perillo é favorável ao Exame de Ordem


“O Exame de Ordem deve continuar como requisito essencial para o exercício da advocacia. A opinião é do senador Marconi Perillo (PSDB-GO), que recebeu uma comissão da OAB-GO em seu gabinete, em Brasília. O parlamentar foi designado relator na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado para se manifestar quanto ao mérito do Projeto de Lei 186/06, de autoria do Senador Gilvam Borges (PMDB-AP) e que propõe a extinção do Exame de Ordem. O encontro foi nesta terça-feira (9/12). “
O senador, que cursa o 8º período de Direito, está preparando subsídios para incorporar ao substitutivo que será apresentado na Comissão. “Não podemos aceitar esta alteração que considero maléfica para a categoria e para o próprio cidadão”, destacou Marconi ao se referir sobre a importância do certame. O presidente da OAB-GO, Miguel Cançado, lembrou o papel do advogado. “O profissional lida com questões relacionadas à liberdade e ao patrimônio das pessoas e sua má atuação pode gerar danos irreparáveis, contribuindo para o desprestígio de toda a classe”.
“O Exame de Ordem é um imprescindível instrumento aferidor do conhecimento do bacharel em Direito”, destacou o vice-presidente da OAB-GO, Henrique Tibúrcio Peña, que participou da reunião. “É uma ferramenta essencial para garantir que o profissional que chega ao mercado tenha o mínimo de conhecimento para prestar um bom serviço ao cidadão”, acrescentou. O presidente da Comissão de Estágio e Exame de Ordem, Júlio César do Valle Vieira Machado, disse que o projeto do senador Gilvam está na contramão da história. “Outras categorias profissionais, como os médicos e os contabilistas, estão se mobilizando para criação de um processo equivalente ao Exame de Ordem”, disse.
Participaram também da reunião os conselheiros federais da OAB por Goiás Daylton Anchieta e Paulo Afonso Souza.

abaixo o que recebi do Dr .Habib:
Prezados Companheiros,
Trata-se de um político e este é praticante da arte de politicar, ou seja, a arte de mentir (Sócrates)!
Basta uma comissão do nosso movimento visitá-lo e ele com certeza apresentará uma nova opinião...
O homem é candidato a Governador em 2010!
Vamos lá, marquem uma visita e terão comprovada minha tese!
Vejam a matéria que circulou nesta semana no Jornal Opção aqui de Goiás (onde eu sou um dos fundadores deste informativo semanal):

OAB

Procuradoria usa força contra a fraude

MPF oferece denúncia contra Miguel Cançado e Eládio Amorim por prevaricação. Fraude no exame de Ordem foi descoberta em 2007

HÉLMITON PRATEADO

Eládio Amorim Mesquita, ex-presidente da Comissão de Estágio e Exame da OAB: denunciado pelo MPF por “prevaricação”

Miguel Cançado, presidente da OAB-GO: MPF o acusa de crime e apresenta gravação que comprovaria fraude

O procurador da República em Goiás Helio Telho Corrêa Filho ofereceu denúncia criminal na quarta-feira, 3, contra o presidente do Conselho Seccional da OAB, Miguel Cançado, e contra o ex-presidente da Comissão de Estágio e Exame de Ordem Eládio Amorim Mesquita. Os dois são acusados de prevaricação no exercício de um cargo público com base em investigação que culminou com a prisão de Eládio. A pena máxima para esse tipo de crime é de um ano de detenção, o que remete o fato ao Juizado Especial CriminalFederal.

Além de Eládio foram presas dez pessoas, dentre elas o então vice-presidente da Comissão, Pedro Paulo Guerra de Medeiros, e o tesoureiro do Conselho da OAB-GO, João Bezerra Cavalcante. Os dois últimos conselheiros da Ordem. A Operação Passando a Limpo teve início em 2006 e foram feitas mais de mil horas de gravações telefônicas, filmagens externas dos envolvidos e outros detalhes não revelados da investigação. Segundo adiantou a assessoria da PF, o nome da operação foi inspirado na forma mais usual como se consumaram as fraudes no caso investigado.
De forma simples, o grupo trabalhava com dois modos de fraude: ou fornecia a prova com antecedência para que o candidato comparecesse à prova sabendo as respectivas respostas, ou fornecia uma nova prova, idêntica à oficial, em data posterior à da realização do exame, para que o candidato passasse sua prova a limpo. Na primeira prova do presente Exame de Ordem, o grupo orientou os candidatos aliciados a deixarem 50% das questões em branco para que, posteriormente, um servidor da OAB-GO marcasse os outros 50% com as respostas corretas suficientes à aprovação do candidato.
De acordo com a denúncia do Ministério Público Federal o crime atribuído a Miguel Cançado foi confessado por ele mesmo depois que a Polícia Federal divulgou áudio contendo conversa entre ele e Eládio. No diálogo Miguel pedia para que o presidente da Comissão de Exame de Ordem aceitasse a inscrição de duas pessoas depois de findo o prazo para inscrição ao exame que permite ingresso na advocacia. Miguel Cançado reconhece que pediu para que a Comissão aceitasse a inscrição depois do prazo esgotado — o que caracteriza a fraude — e ressalta que o fato não redundou em favorecimento algum, pois os candidatos sequer foram aprovados.
Para a Procuradoria da República o envolvimento de Miguel Cançado e Eládio Amorim na prática do crime se deu quando o primeiro solicitou e o segundo consentiu em ignorar que o prazo para a inscrição estava esgotado e que aceitá-lo significava tratar a comissão de forma parcial. Miguel assumiu que ligou para Eládio, mas classificou o fato de “mera liberalidade administrativa”.
Para que fossem incursos no crime de prevaricação — fato atribuído a funcionário público —, o procurador da República explicou que suas funções são eminentemente de conselho classista, portanto de serviço público federal. Helio Telho narrou que ficou apurado que os dois denunciados “deram tratamento privilegiado a alguns candidatos, deixando de indeferir inscrições extemporâneas por camaradagem” e que “o não indeferimento das inscrições extemporâneas era, sempre, precedido de determinações verbais” de Miguel ou de Eládio “à Secretaria da Comissão de Estágio e Exame de Ordem, no sentido de receber os pedidos de inscrição ou os documentos apresentados fora do prazo”.
O procurador Helio Telho destacou que “esse tratamento privilegiado era reservado, apenas, aos amigos e correligionários político-classistas dos denunciados Miguel Cançado e Eládio Amorim”, como ficou patente nos diálogos interceptados pela Polícia Federal com autorização da Justiça. Quando se tratava de desconhecidos ou de adversários político-classistas os rigores do edital eram aplicados e suas inscrições negadas.

Liberdade — O procurador Helio Telho propôs que os dois denunciados aceitassem uma transação penal para se virem livres do processo criminal, pois a legislação permite que para crimes de menor potencial ofensivo os envolvidos se comprometam a penas alternativas, como prestação de serviços comunitários, para ficarem livres da cadeia. Para Miguel e Eládio o MPF propôs que eles prestem serviços na Vara de Execução Penal de Goiânia (Eládio) e na assistência jurídica aos necessitados (Miguel.) A jornada dos dois seria de no mínimo sete horas semanais.
Análise

A denúncia feita contra o presidente da OAB-GO, Miguel Cançado, e contra o ex-presidente da Comissão de Estágio e Exame de Ordem, Eládio Amorim, é a mais perfeita “sinuca de bico” que o procurador Hélio Telho aplicou nos dois. Se aceitarem a transação penal estarão admitindo expressamente sua culpabilidade e ficarão na situação altamente vexatória de cumprirem pena alternativa trabalhando de graça. Como se recusam e assumem que vão exercer seu direito de defesa ficam extremamente vulneráveis, pois somente um milagre os salvará da condenação, diante das provas inequívocas que estão nos autos. Se condenados, ainda que possam recorrer e não ir para trás das grades, restarão desmoralizados e com a mácula de terem transgredido as leis que juraram defender e cumprir.

Para Eládio o que se prenuncia é pouco diante das nuvens pesadas que pairam sobre a cabeça de Miguel Cançado. Eládio já sabe que terá muito trabalho para se defender e está resignado com sua condição de defensiva. Já Miguel ficou em uma via sem qualquer saída. Ele tinha quase certeza de que o episódio não jogaria lama em sua reputação, defendida a duras penas. Na condição de acusado, denunciado criminalmente e réu em ação penal, ele praticamente vê desnudada sua condição de defensor de uma aura de ilibada reputação, o que pode comprometer seu futuro político na classe. Mesmo assim estará no lucro se apenas seu futuro for comprometido e não sobrar lama também para seu grupo político, que de forma hegemônica domina há décadas a direção da OAB.

Em resumo: como Miguel Cançado explicará que agiu de forma correta ao interceder por alguém que já não podia ser inscrito, como justificará sua fala gravada pe la PF e como justificará que parece ser justo ao ver desnudada sua intercessão por não ter transparência em seus atos à frente da OAB-GO? (Hélmiton Prateado)

Miguel não aceita transação penal e aponta “vingança”

O presidente da OAB-GO, Miguel Cançado, negou com veemência qualquer possibilidade de aceitar a transação penal. “Vou me defender em juízo e não cogito sequer escutar essa proposta.” Ele afirma que a denúncia é uma forma de vingança contra ele. “Isto é vindita. Não sei a razão nem a origem, mas me parece que é isto mesmo.”

Em tom de total reprovação ao trabalho do Ministério Público Federal, Miguel Cançado disse ao Jornal Opção que ainda não havia tomado conhecimento do inteiro teor da denúncia, mas que de antemão isto parecia serviço desnecessário do procurador. “Acho um bobagem monumental o Ministério Público, que tem muito que fazer, ir ao Judiciário por uma questão desse tamanho.” Ele se refere às duas inscrições que solicitou para serem aceitas após o prazo ter se esgotado.
Eládio Amorim também rejeitou a proposta do MPF de transação penal sob o argumento de que estaria admitindo uma condição de imputação penal. Ele disse ao Jornal Opção que irá exercer seu direito de defesa em todos os níveis e que espera provar sua inocência.

O procurador Helio Telho informou, por intermédio da assessoria de imprensa do MPF, que o inquérito principal da Operação Passando a Limpo continua na Polícia Federal para concluir as investigações. Somente depois disso será possível divisar as condutas criminais de cada um e denunciar os outros envolvidos. (H. P.)




E agora colegas?
Vamos fazer o que??

Estamos lidando com uma verdadeira máfia!!!!!!!!!!!!!!!!!!

É de ter que fazer seguro de vida!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Façam seus comentários e repassem!!!

ACREDITAMOS QUE O SENADOR NÃO SABE DESSA REALIDADE!! ESPERAMOS QUE NÃO SAIBA DE NADA!!!!!!

FAÇA SEUS COMENTARIOS E MANDEM PARA O SENADOR RELATOR, AMIGO DO DR. MIGUEL CANÇADO!


É PRA ARREBENTAR COM A HONESTIDADE, E A OAB AINDA QUER PREGAR LEGALIDADE!!!!!!!!!!!!!!!!!! POR FAVOR !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!1



E ASSIM, COMO NÃO PODIA DEIXAR DE SER, MAIS DO QUE TRÁGICO E IRONICO, QUE ME PERDOEM OS DEFENSORES ARDOROSOS DO EXAME DE ORDEM, É SIMPLESMENTE MAIS UM Capítulo,NAUSEABUNDICO.............................................................
Ou os Nossos Raros e Bons Políticos se mobilizam para acabar com esta excrecência, ou viramos definitivamente mais uma vaquinha de presépio, dessas que estarão por aí, enfeitando a mesa de Natal dos Conselheiros autofágicos e factóides, que acumpliciados â canalha política do nosso bem mamado Brasil, até poderiam enfeitar a Ceia fantasiados de inocentes Reninhas, carregando no saco do Papai Noel, para os cofres da OAB, descaradamente, NO RITUAL DE NATAL DE LUZ E BEM AVENTURANÇA, o dinheiro escamoteado dos Bacharéis em Direito durante o ano, em três exames de ordem, do qual ninguém jamais terá prestação de contas, afinal se as contas da OAB, sempre fecham no vermelho, a Ordem SEMPRE NO NATAL estará em Ordem... E DAÍ ?????
ALMEJAMOS A TODOS UM FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO (APESAR DA OAB !!!!!!!!)
(Favor Repassar) Ximenes Bel Dr Pqdt 9.362 – Coordenador do MNBD do Vale DO jAGUARI - RS - Drª Marlene Lemos - Niterói - RJ

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